Em nossas unidades você encontra
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Equipamentos de última geração para realizar seus exames durante a consulta, agilizando o diagnóstico e o tratamento dos nossos pacientes.

Oferecemos um centro cirúrgico moderno, operado por profissionais especializados. Sempre com foco em boas práticas durante todo o procedimento. Garantimos um atendimento pós-cirúrgico minucioso para garantir o sucesso do seu procedimento.
Procedimento realizado para liberar o acúmulo de pus localizado na pálpebra. Indicado para tratar casos graves ou crônicos de terçol (hordéolo) ou calázio infeccionado que não melhoraram com o tratamento clínico.
Procedimento realizado com anestesia local, para remover uma pequena amostra ou toda uma lesão palpebral suspeita. O material é enviado para análise histopatológica para confirmar o diagnóstico.
Procedimento remover o excesso de pele, bolsas de gordura e corrigir a flacidez nas pálpebras superiores ou inferiores, rejuvenescendo o olhar e melhorando o campo visual.
Procedimento realizado para remover um calázio, que é um nódulo ou cisto endurecido na pálpebra.
Procedimento estético ou funcional que reposiciona, estica ou remodela o canto externo dos olhos elevando a pálpebra inferior. O objetivo é corrigir pálpebras caídas, proporcionar um olhar mais amendoado, jovem e alongado, ou tratar problemas funcionais de posição palpebral.
Procedimento reconstrutivo ou estético realizado no canto interno dos olhos, onde as pálpebras superior e inferior se encontram próximo ao nariz.
Defeito congênito onde uma parte do tecido ocular está ausente, resultando em uma falha no fechamento de estruturas como a íris, retina, coróide ou nervo óptico. O procedimento não é único, dependendo da localização e gravidade da malformação.
Condições oculares relacionadas à flacidez e ao excesso de pele nas pálpebras, mas possuem causas e características diferentes.
Dobra de pele vertical ou oblíqua que se estende da pálpebra superior ou inferior em direção ao canto interno do olho podendo cobrir o carúncula lacrimal. Frequentemente, provoca o pseudoestrabismo (falso estrabismo), dando a impressão de que os olhos estão tortos para dentro.
Procedimento para remover cílios que crescem de forma anômala, ou seja, aqueles que nascem voltados para dentro do olho, tocando a córnea ou a conjuntiva com objetivo de aliviar o desconforto, a irritação ocular e prevenir danos à visão.
Procedimento realizado para restabelecer o fechamento palpebral, proteger o globo ocular e melhorar a estética e a simetria da face.
Procedimento reconstrutivo para corrigir defeitos, perdas de substância ou deformidades em uma parte específica (superior ou inferior) da pálpebra, geralmente resultantes da remoção de tumores, traumas, infecções ou anomalias congênitas com o objetivo de restaurar a integridade estrutural e a funcionalidade da pálpebra.
Procedimento reconstrutivo complexo, realizado quando ocorre a perda ou remoção de mais de 50% a 100% da estrutura da pálpebra com objetivo de restaurar tanto a funcionalidade quanto a estética.
Queda da pálpebra superior, unilateral ou bilateral, causada por fraqueza no músculo levantador ou questões neurológicas reduzindo o campo visual podendo ser congênita ou adquirida.
Procedimento realizado para remover formações celulares anômalas — tumores — localizadas nas pálpebras, sejam elas benignas ou malignas com a remoção completa da lesão e a preservação da função e estética da pálpebra.
Procedimento para reposicionar a pálpebra na sua posição anatômica funcional com as técnicas variando conforme a gravidade e a causa.
Procedimento para cortar a aderência (fibrose) entre a pálpebra e o olho, libertando o globo ocular.
Procedimento reconstrutivo complexo com o objetivo de restaurar a forma, estrutura, volume e a presença de pelos em casos de perda total ou subtotal da sobrancelha.
Procedimento para união dos tecidos palpebrais através de pontos, com o objetivo de reparar ferimentos, corrigir deformidades ou proteger o globo ocular, podendo ser utilizada tanto em casos de trauma quanto em cirurgias plásticas.
Procedimento de natureza reconstrutiva, destinado a tratar o afastamento excessivo entre os cantos internos dos olhos.
Procedimento para a colocação de uma lente intraocular corrigindo a afacia (ausência de lente) por trauma, troca de lentes deslocadas, mal posicionadas ou com erro de grau.
Procedimento focado em restaurar a anatomia, o volume e a integridade óssea da órbita ocular (cavidade que abriga o olho) após lesões graves, fraturas, tumores ou infecções.
Procedimento reconstrutivo para corrigir defeitos específicos, fraturas ou perdas de volume em uma parte da órbita ocular, sem envolver a reconstrução total da cavidade focando em restaurar a anatomia e funcionalidade de áreas afetadas, como assoalho, teto ou paredes orbitais.
Procedimento para remoção de massa ou crescimento anormal de células dentro da cavidade orbitária que pode ser benigno ou maligno, sendo esses tumores originários no próprio olho, nos músculos, nervos ou glândulas da região.
Procedimento utilizado no tratamento do pterígio (carnosidade no olho), que consiste na remoção do tecido doente e sua substituição por um enxerto de conjuntiva saudável retirado do próprio paciente.
Procedimento que consiste na remoção de uma pequena amostra de tecido da conjuntiva (membrana que cobre o branco do olho) para análise anatomopatológica, servindo para diagnosticar tumores, doenças inflamatórias, infecções ou doenças autoimunes, como o penfigoide.
Procedimento que consiste na administração de medicamentos diretamente sob a conjuntiva.
Procedimento realizado na conjuntiva com o objetivo de remover lesões, corrigir defeitos estruturais, reconstruir superfícies oculares danificadas ou tratar doenças que afetam essa membrana, como o pterígio ou cistos e tumores conjuntivais.
Procedimento que remove o tecido fibrovascular que cresce sobre a córnea, geralmente no canto nasal, aliviando irritação, vermelhidão e melhorando a visão.
Procedimento destinado a restaurar a profundidade e a anatomia da dobra entre a conjuntiva palpebral (pálpebra) e a conjuntiva bulbar (globo ocular).
Procedimento que utiliza sutura ou cola biológica para resposicionar ou fixar a conjuntiva.
Procedimento com técnica no touch onde o cirurgião evita manipular o tumor diretamente, manuseando apenas a conjuntiva saudável ao redor, para evitar a propagação de células.
Procedimento que utiliza calor, agentes químicos ou laser para queimar, selar ou remover tecidos superficiais danificados, tratar lesões, infecções ou realizar correções precisas.
Procedimento de remoção física ou polimento da superfície da córnea, preservando as camadas mais profundas.
Procedimento de urgência para remoção de partículas estranhas que se alojam na superfície da córnea.
Procedimento para tratar lesões superficiais da córnea utilizando o excimer laser.
Procedimento onde parte da conjuntiva é reposicionada para cobrir uma área danificada da córnea.
Procedimento que utiliza fios finíssimos para reparar perfurações, cortes ou suturar enxertos em transplantes de córnea.
Procedimento estético ou reparador focado na área inferior dos olhos, realizado para remover ou reposicionar bolsas de gordura sem deixar cicatrizes visíveis na pele.
Procedimento para tratamento do ceratocone que regulariza a curvatura da córnea, reduz a irregularidade e melhora a acuidade visual.
Procedimento a laser para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo.
Procedimento de alta precisão que combina a separação de uma camada da córnea com sua remodelação utilizando um laser para corrigir miopia, hipermetropia e astigmatismo.
Procedimento que consite na punção da córnea periférica para drenar o humor aquoso reduzindo rapidamente a pressão ocular elevada, comum em crises de glaucoma ou uveíte, aliviando a dor e prevenindo danos ao nervo óptico.
Procedimento realizado para restaurar a anatomia e a integridade do compartimento posterior do segmento anterior do olho.
Procedimento realizado para retirar o sangue acumulado na câmara anterior do olho.
Procedimento de urgência indicado para remoção de objetos estranhos que penetram no globo ocular e se alojam entre a córnea e a íris.
Procedimento para tratar a visão embaçada meses ou anos após a cirurgia de catarata.
Procedimento de remoção da catarata ou para correção refrativa, substituindo o cristalino natural por uma lente artificial.
Procedimento de remoção da catarata sem colocação de lente substituta.
Procedimento onde uma lente artificial é presa diretamente na íris.
Procedimento utilizado para tratar a opacidade da cápsula posterior após cirurgia de catarata.
Procedimento para remoção de uma pequena amostra de tecido de uma lesão suspeita para análise em laboratório com objetivo de confirmar a presença de células cancerígenas, determinar o tipo de tumor e planejar o tratamento adequado.
Procedimento utilizado para coletar uma amostra do gel que preenche o interior do olho com o objetivo de realizar exames diagnósticos, como citologia ou culturas.
Procedimento minimamente invasivo, realizado internamente no olho, onde uma fibra óptica emite feixes de laser para tratar estruturas da retina ou do corpo vítreo.
Procedimento onde óleo de silicone líquido é inserido dentro da cavidade vítrea do olho para tratar doenças graves da retina.
Procedimento durante a vitrectomia posterior consistindo na injeção de líquidos perfluorocarbonados no interior do globo ocular para auxiliar na manipulação e reposicionamento da retina
Procedimento que consiste na remoção de uma membrana fina e anormal que cresce sobre a superfície da retina, especificamente na área central conhecida como mácula.
Também conhecido como vitrectomia, é um procedimento para para remover o gel vítreo, localizar o corpo estranho e retirá-lo com pinças especiais ou ímãs, no caso de materiais ferrosos.
Procedimento realizado durante a vitrectomia posterior (microcirurgia da retina) para tratar doenças graves do fundo do olho, como descolamento de retina e buraco macular.
Procedimento utilizado para tratar doenças do segmento posterior do olho, como descolamento de retina, hemorragia vítrea, buraco macular e complicações da retinopatia diabética.
Procedimento que remove parte do gel ocular localizado na câmara anterior do olho, frequentemente realizado para tratar complicações da cirurgia de catarata.
Procedimento que remove o gel interno do olho através de micro incisões na região da pars plana, indicado para tratar descolamento de retina, hemorragias vítreas, buracos maculares e complicações de diabetes.
Procedimento no qual medicamentos são aplicados diretamente na substância gelatinosa no interior do olho permitindo que a medicação anti-inflamatória aja com alta precisão e rapidez, sendo essencial para tratar doenças que afetam a retina e a mácula, as quais muitas vezes não respondem a colírios ou remédios orais.
Procedimento avançado, realizado via injeção intravítrea, que administra medicamentos diretamente na cavidade vítrea para bloquear o crescimento anormal de vasos sanguíneos na retina.
Procedimento que remove um pequeno fragmento do tecido da esclera (parte branca do olho).
Procedimento que utiliza tecido escleral (geralmente de um doador) para fortalecer, reconstruir ou reparar a esclera (a "parte branca" do olho) quando esta se encontra afinada, perfurada ou danificada.
Procedimento que consiste na aplicação de pontos cirúrgicos na esclera (camada branca, resistente e opaca que envolve o globo ocular) com objetivo de unir ou reparar tecidos esclerais lesionados, garantindo a integridade estrutural do olho após traumas, lacerações ou incisões cirúrgicas.
Procedimento para a remoção de um globo ocular cego e/ou doente, visando o alívio da dor, tratamento de tumores ou reconstrução da cavidade para o uso de prótese, com ou sem a colocação de implante orbital.
Conjunto de procedimentos de plástica ocular destinados a reparar, reconstruir ou substituir estruturas oculares danificadas por traumas, tumores, infecções graves ou doenças congênitas.
Procedimento para diagnosticar tumores da úvea anterior (íris e corpo ciliar), incluindo melanoma.
Conjunto de técnicas cirúrgicas ou procedimentos a laser destinados ao tratamento do glaucoma refratário ou avançado com objetivo principal de destruir seletivamente parte do corpo ciliar para reduzir a sua produção e, consequentemente, baixar a pressão intraocular.
Procedimento indicado para tratar casos de glaucoma que não responderam adequadamente ao uso de colírios ou tratamentos a laser.
Procedimento utilizado para tratar casos graves ou refratários de glaucoma, onde a pressão intraocular permanece elevada mesmo com o uso de colírios ou após falha em cirurgias prévias. O objetivo é reduzir a pressão ocular criando uma nova via de drenagem para o fluido interno do olho através de um dispositivo artificial.
Procedimento realizado para remover o fluido acumulado entre a coróide (camada vascular do olho) e a esclera (a parte branca externa), permitindo que a estrutura ocular retorne ao seu estado normal e prevenindo danos permanentes à visão.
Procedimento que utiliza um feixe de luz de alta energia para tratar a retina, criando pequenas queimaduras cicatriciais com o objetivo de selar vasos sanguíneos anômalos, reduzir edemas e prevenir o descolamento de retina, preservando a visão do paciente.
Procedimentos indicados para o tratamento do glaucoma, especialmente o glaucoma congênito primário ou glauomca de ângulo aberto em adultos. O objetivo principal de ambas as técnicas é romper ou remover uma parte da malha trabecular para facilitar a drenagem do humor aquoso e, consequentemente, reduzir a pressão intraocular.
Procedimento oftalmológico que remove uma pequena parte da íris para criar uma nova via de drenagem do humor aquoso, reduzindo a pressão intraocular e prevenindo o glaucoma de ângulo fechado. A técnica a laser (iridotomia) é a mais comum, rápida e feita em consultório, enquanto a cirúrgica é reservada para casos complexos.
Procedimento que consiste na remoção parcial da íris e do corpo ciliar. É indicada principalmente para tratar tumores oculares pequenos, como melanomas da íris e do corpo ciliar, ou adenocarcinomas, visando preservar a visão e remover o tecido tumoral.
Procedimento que consiste na remoção de uma pequena amostra de tecido de um dos músculos extraoculares (músculos responsáveis pela movimentação do olho) para análise microscópica, histopatológica ou imuno-histoquímica.
Técnica de estrabismo onde o músculo ocular é preso com um nó corrediço especial, permitindo ao cirurgião refinar o alinhamento dos olhos no pós-operatório imediato. O ajuste é feito com o paciente acordado (anestesia tópica) para garantir o melhor resultado funcional.
Procedimento terapêutico e funcional que usa a substância para bloquear a acetilcolina, causando o relaxamento temporário de músculos oculares e faciais. É indicada para tratar condições como blefaroespasmo (piscamento involuntário), estrabismo, entrópio (pálpebra virada para dentro) e, esteticamente, para rugas periorbitais.
Procedimento que consiste na remoção de uma pequena amostra de tecido da retina ou de tumores intraoculares para análise histopatológica (exame laboratorial).
Procedimento que visa a remoção completa de uma lesão tumoral localizada na coroide, a camada vascular do olho situada entre a retina e a esclera.
Procedimento que consiste na retirada de uma faixa, esponja ou banda de silicone previamente colocada sobre a esclera (a parte branca do olho).
Procedimento utilizado para tratar o descolamento de retina regmatogênico. Consiste na injeção de uma bolha de gás expansível no interior do olho, que pressiona a retina descolada de volta à sua posição original, fechando o rasgo ou buraco.
Procedimento preventivo com objetivo principal de selar lesões periféricas da retina que apresentam alto risco de evoluir para um descolamento de retina, mas que ainda não causaram o descolamento propriamente dito.
Procedimento a laser utilizado para tratar áreas isquêmicas (sem circulação sanguínea adequada) da retina periférica geralmente associado à retinopatia diabética.
Dispositivo de alta tecnologia, biodegradável, inserido dentro do olho (no humor vítreo) para o tratamento de doenças crônicas da retina.
Procedimento terapêutico que utiliza laser para aplicar calor controlado em tecidos oculares, especialmente na retina e na coróide.
Procedimentos destinados a corrigir distúrbios na produção ou, principalmente, na drenagem da lágrima com objetivo principal de tratar o lacrimejamento excessivo (epífora) crônico, infecções recorrentes (dacriocistite) ou olho seco, garantindo o funcionamento correto do sistema de lubrificação ocular.
Procedimento de remoção de um dos sacos lacrimais, geralmente realizada como último recurso em casos de infecção crônica (dacriocistite), tumores do saco lacrimal ou quando outros procedimentos de desobstrução, como a dacriocistorrinostomia (DCR), falharam.
Procedimento indicado para tratar a obstrução crônica do ducto nasolacrimal (canal lacrimal), que causa lacrimejamento excessivo (epífora), infecções recorrentes (dacriocistite) e secreção ocular com objetivo de criar uma nova comunicação direta entre o saco lacrimal e a cavidade nasal, permitindo que a lágrima drene para o nariz.
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Procedimento destinado a tratar obstruções no sistema de drenagem de lágrimas com objetivo principal de restabelecer o fluxo normal da lágrima do olho para o nariz, eliminando o lacrimejamento excessivo (epífora), infecções recorrentes (dacriocistite) e melhorando a qualidade de vida do paciente.
Procedimento utilizado para identificar e tratar obstruções no sistema de drenagem de lágrimas (ducto nasolacrimal) com objetivo de restaurar o fluxo normal da lágrima do olho para o nariz, resolvendo sintomas como lacrimejamento excessivo (epífora), secreção e infecções recorrentes.
Conjunto de procedimentos cirúrgicos oftalmológicos destinados a corrigir obstruções, estreitamentos ou lesões nos canais que drenam as lágrimas do olho para o nariz com objetivo de restabelecer o fluxo natural da lágrima, aliviando o lacrimejamento constante (epífora) e prevenindo infecções, como a dacriocistite.
Procedimento para substituir uma córnea doente, opaca ou danificada por um tecido saudável doado, visando restaurar a visão, reconstruir a anatomia ocular ou tratar infecções graves. Pode ser total (penetrante) ou parcial (lamelar), com alta taxa de sucesso e baixo risco de rejeição, sendo comum o uso de colírios no pós-operatório.
Trata-se de duas etapas distintas no processo de transplante: a captação do tecido doador (remoção da córnea doada) ou a remoção dos pontos no paciente receptor após a cirurgia.
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